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Mais uma série no playlist: House of Cards

A temática política nunca me pareceu capaz de proporcionar uma série tão interessante, principalmente quando minha preferência se dá por séries épicas ou de fantasia. É a primeira do gênero que assisto e o que mais me agrada é a trama do personagem, sua inteligência e ambição amoral, reflexões sobre poder, o papel da mídia no contexto político atual e as articulações de Frank Underwood (Kevin Spacey).

Uma particularidade da série que também se destaca são as interações entre o protagonista e o espectador. Essas interações acontecem em diversos momentos da série, normalmente revelando um pensamento de Francis ou uma leitura sua sobre o que está acontecendo. Imagine o seguinte: Francis está negociando com uma liderança partidária, tentando angaria votos para sua causa, faz uma proposta e, antes que o outro personagem responda, ele se vira para a câmera e revela a você o seu plano e qual a provável resposta de seu interlocutor. Essa dinâmica te coloca na história, quase como um cúmplice de seus planos e ambições.

houseofcards dialogo

Outro recurso narrativo bastante utilizado na série e também interessante são as trocas de mensagens de celular. Enquanto o personagem digita, um balãozinho salta sobre a cena relevando o texto digitado. Vi esse recurso pela primeira vez no filme Chef (2014), então não foi uma novidade pra mim, mas isso é, sem dúvida, mais um dos detalhes característicos da série.

houseofcards mensagens

Aviso: Spoiler no próximo parágrafo 

Sobre a 3ª temporada especificamente, a série mantém a mesma tônica, desta vez com o Frank lutando para se manter no poder e cumprir o desejo de marcar seu nome na história dos Estados Unidos. Assisti aos dois primeiros episódios e nenhuma grande surpresa foi apresentada. A primeira-dama Clair Underwoody não conseguiu nomeação para embaixadora dos EUA e acho que não deve conseguir nada expressivo até o fim da temporada. Frank não é considerado pela liderança do partido para se reeleger nas próximas eleições e vamos ver o que ele nos reserva para conseguir se manter no poder. No 1º episódio da 1ª temporada ele diz que o poder é uma questão de distância: quanto mais perto da fonte, maior seu poder. E ele deve se manter bem perto disso. Doug Stamp é minha aposta de surpresa para a temporada. O primeiro episódio reservou bons minutos para mostrar o seu drama. Fora isso, a trama deve manter seu nível de qualidade de roteiro e estética.

  • Minha nota: estrelaestrelaestrelaestrelaestrela
  • Nota dos leitores:
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House of Cards está disponível na íntegra no Netflix (1ª, 2ª e 3ª temporadas). Veja abaixo o trailer da 1ª temporada:

Mais informações sobre House of Cards.

Já assistiu a série? O que você acha que a 3ª temporada pode trazer de novo? Deixe seu comentário!

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PeletronTech #3: 29 de agosto de 2025

Ouvir ao PeletronTech. Ouvir no Substack.

Neste episódio: guia prático de ferramentas de IA para trabalhos acadêmicos, fundamentos de Linguagem Simples aplicados a periódicos, capacitação online PKP/SFU e atualização dos critérios COPE.


Do planejamento ao manuscrito: ferramentas de IA para ler, organizar e escrever melhor em trabalhos acadêmicos

Um roteiro em cinco etapas mostra como integrar descoberta de estudos, organização de acervo, leitura com método, análise de padrões e escrita com acabamento acadêmico, com sugestões de ferramentas (Scholarcy, Elicit, ResearchRabbit, Zotero, Writefull e outras) e alertas sobre limites e necessidade de checagem humana. A proposta é reduzir atritos e ganhar coerência na revisão de literatura.

Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/do-planejamento-ao-manuscrito-ferramentas-de-ia-para-ler-organizar-e-escrever-melhor-em-trabalhos-academicos


O que é Linguagem Simples e como aplicá-la no seu periódico?

A matéria explica por que clareza não é “simplória” e detalha um método em três fases — planejar, desenvolver e testar — com exemplos de reescrita, checklist prático e aplicações diretas em páginas críticas do periódico, como Instruções aos Autores, cartas de decisão e convites a pareceristas. O foco é reduzir carga cognitiva, encurtar prazos e elevar a experiência de autores e leitores.

Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/o-que-e-linguagem-simples-e-como-aplica-la-no-seu-periodico


Nova série de cursos em acesso aberto: PKP e SFU abrem cadastro para trilha de 10 semanas com foco em edição de periódicos

A PKP, em parceria com o Master of Publishing da SFU, lançou a Open Publishing Series: três disciplinas online de 10 semanas (PUB 611, 603 e 604) que combinam base conceitual e prática em gestão de periódicos, tecnologias e políticas de acesso aberto. Inscrições abrem em setembro de 2025 e o início está previsto para janeiro de 2026.

Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/nova-serie-de-cursos-em-acesso-aberto-pkp-e-sfu-abrem-cadastro-para-trilha-de-10-semanas-com-foco-em-edicao-de-periodicos


COPE publica novos critérios de associação e orientação de apoio para periódicos

O COPE atualizou, em 12 de agosto de 2025, os critérios de associação e publicou materiais de apoio que esclarecem requisitos mínimos e elegibilidade, tornando o processo de adesão mais transparente e previsível para editoras e sociedades científicas. A iniciativa reforça a necessidade de documentação clara de políticas e fluxos editoriais.

Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/cope-publica-novos-criterios-de-associacao-e-orientacao-de-apoio-para-periodicos


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COPE publica novos critérios de associação e orientação de apoio para periódicos

O Committee on Publication Ethics (COPE) anunciou, em 12 de agosto de 2025, a atualização dos critérios de associação e a disponibilização de materiais de orientação para apoiar revistas que desejam tornar-se membros. Segundo o comunicado, o pacote reúne requisitos de elegibilidade e critérios mínimos de forma mais clara, com referências diretas para que editores compreendam exatamente o que precisam demonstrar em suas candidaturas. O conteúdo está disponível no site do COPE. 

O COPE, fundado em 1997, é uma organização sem fins lucrativos dedicada a definir boas práticas em ética da publicação científica e a apoiar editores e editoras na gestão de casos e na promoção de integridade editorial. Entre seus recursos tradicionais estão orientações, fluxogramas e um conjunto de práticas centrais que norteiam políticas editoriais e a condução do processo de revisão por pares. 

A atualização publicada em agosto concentra-se em tornar o processo de adesão mais transparente e previsível. Ao explicitar critérios mínimos e requisitos de elegibilidade e ao oferecer orientação de apoio, o COPE procura reduzir dúvidas recorrentes de proponentes e dar previsibilidade ao que será avaliado durante a análise das candidaturas. Os materiais podem ser acessados nas seções de “News & Opinion”, “Guidance and tools” e “Membership” do site institucional.

Para editores, sociedades científicas e casas publicadoras, a mudança tem implicações práticas: além de orientar a preparação de evidências de conformidade com as boas práticas editoriais, o pacote reforça a expectativa de que políticas, fluxos e registros estejam documentados e acessíveis. A iniciativa também sinaliza continuidade no esforço do COPE de alinhar a adesão às suas práticas de referência, promovendo cultura de integridade e prestação de contas no ecossistema de periódicos. 

O COPE lembra que seu processo de avaliação de membros é rigoroso, o que torna a clareza dos critérios e a orientação publicada especialmente relevantes para reduzir retrabalho, padronizar análises e agilizar a tomada de decisão das candidaturas. Interessados podem iniciar pela área “Membership”, que compila informações essenciais para novos proponentes. 

Fonte: COPE
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial.

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Nova série de cursos em acesso aberto: PKP e SFU abrem cadastro para trilha de 10 semanas com foco em edição de periódicos

A Public Knowledge Project (PKP), em parceria com o Master of Publishing (MPub) da Simon Fraser University (SFU), apresentou uma prévia oficial da Open Publishing Series, uma trilha com três cursos online dedicada à comunicação científica e ao acesso aberto. O anúncio, publicado em 22 de agosto de 2025, confirma que as inscrições abrem em setembro e convida a comunidade a conhecer o programa, cadastrar-se para receber novidades e concorrer a um código de desconto.

Segundo a comunicação institucional, a Open Publishing Series foi concebida para combinar base acadêmica e prática profissional em um formato flexível e assíncrono, atendendo editoras de periódicos, bibliotecárias e bibliotecários, estudantes de Biblioteconomia e profissionais de publicação científica no mundo todo. Cada componente tem duração de dez semanas e poderá ser cursado com crédito para o programa de pós-graduação da SFU ou em modalidade não creditada, com certificado de conclusão. A trilha abrirá inscrições em setembro de 2025, com início do ciclo de aprendizagem previsto para janeiro de 2026, permitindo planejamento institucional e individual de quem pretende atualizar competências.

A série é composta por três disciplinas:

  • PUB 611 — Making Knowledge Public, dedicada às bases conceituais e políticas do conhecimento como bem público;
  • PUB 603 — Journal Management and Editing, centrada na gestão editorial de periódicos, com ênfase em fluxos, boas práticas e ética; e
  • PUB 604 — Technologies and Infrastructure for Academic Publishing, que aborda sistemas, padrões e infraestrutura técnica da publicação científica.

A identificação pelos códigos de disciplina reflete a integração com o currículo do MPub e facilita o reconhecimento institucional.

Além do foco em competências editoriais e técnicas, o anúncio reforça que os cursos serão ofertados a aprendizes do mundo inteiro, sinalizando desenho instrucional voltado a contextos diversos e à realidade de equipes que operam periódicos de acesso aberto com recursos limitados. O convite para assinar as atualizações acompanha a estratégia de lançamento progressivo — primeiro com um sneak peek dos conteúdos e, na sequência, com a abertura de matrícula e oferta inaugural no início de 2026.

Para editoras de periódicos e bibliotecas acadêmicas, a relevância está na combinação de fundamentação em acesso aberto, prática de gestão editorial e domínio de tecnologias que sustentam o ecossistema de publicação — desde sistemas de submissão e editoração até padrões de metadados e preservação digital. Ao conectar a experiência da PKP no desenvolvimento de plataformas como o Open Journal Systems (OJS) com a tradição formativa da SFU, a série tende a preencher lacunas de capacitação recorrentes em equipes editoriais, especialmente em países que operam modelos diamond ou platinum com financiamento público e comunitário.

Serviço

Prévia publicada:
Inscrições: a partir de setembro de 2025
Início previsto: janeiro de 2026
Mais informações e cadastro: anúncio oficial no site da PKP

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O que é Linguagem Simples e como aplicá-la no seu periódico?

Se você já se pegou relendo uma diretriz de submissão, um parecer editorial ou um e-mail automático do sistema de periódicos para entender o que exatamente precisava fazer, você sentiu na pele o problema que a linguagem simples resolve: excesso de carga cognitiva. Em publicações científicas, onde cada etapa — da submissão ao pós-publicação — depende de instruções precisas e ações corretas, texto confuso vira retrabalho, atraso e frustração. A boa notícia é que dá para escrever de forma clara, direta e ainda assim tecnicamente rigorosa.

No serviço público brasileiro, a linguagem simples virou método com começo, meio e fim: planejar, desenvolver e testar. Trazendo esse arcabouço¹ para o ecossistema editorial, editores e pesquisadores ganham uma trilha prática para produzir textos que de fato funcionam: reduzem dúvidas, encurtam ciclos de revisão e aumentam a satisfação de autores, pareceristas e leitores.

Linguagem simples não é “simplória” — é eficiência com rigor

Há um mito persistente de que clareza significa abrir mão de precisão. É o oposto. Linguagem simples não é gíria, não é gramática relaxada, nem “trocar termo técnico por palavra vaga”. É organizar a informação para que a pessoa certa encontre o que precisa, entenda de primeira e consiga usar a informação para agir. Em ciência, isso significa que políticas editoriais continuam exatas; o que muda é a arquitetura, a escolha de palavras e a forma de orientar a ação. O objetivo é reduzir o esforço mental de quem lê sem perder exatidão.

Por que isso importa em publicação científica?

Periódicos operam em fluxos críticos: submissão, triagem, revisão por pares, decisão, produção e difusão. Em cada etapa, instruções pouco claras se traduzem em submissões rejeitadas por formato, pareceres incompletos, correções de prova intermináveis e leitores que desistem. Linguagem simples ataca esse desperdício: quanto menor o gasto cognitivo para entender uma tarefa, maior a chance de execução correta e rápida. Em escala, isso encurta prazos editoriais, diminui tickets de suporte e melhora a experiência do ecossistema inteiro — sem mudar os critérios de qualidade.

Etapa 1 — Planejar: quem precisa fazer o quê, quando e por quê

Antes de escrever, defina a tarefa do leitor e o resultado esperado.

  • Para “Instruções aos Autores”, liste as ações obrigatórias em ordem cronológica — criar conta, escolher seção, preencher metadados, anexar arquivos, declarar conflitos, indicar revisores.
  • Nomeie com precisão os perfis: autor correspondente, coautor, editor de seção, avaliador, bibliotecário.
  • Mapeie palavras que o seu público já usa e termos técnicos que precisam de explicação breve no primeiro uso.
  • Transforme normas em decisões: se uma exigência é obrigatória, diga “é obrigatório” e explique a razão em uma frase. Essa etapa define a arquitetura de informação e evita que o texto nasça torto.

Etapa 2 — Desenvolver: arquitetura, texto e design trabalhando juntos

Organize do mais importante para o detalhe, como uma pirâmide invertida.

  • Inicie com o que o leitor precisa saber para começar a tarefa, depois acrescente exceções e justificativas.
  • Use títulos descritivos (“Como nomear arquivos de submissão”) em vez de rótulos vagos (“Requisitos”).
  • Em texto, prefira voz ativa, verbos concretos e períodos curtos.
  • Troque cadeias nominais por comandos claros: em vez de “submissões em desconformidade serão passíveis de rejeição”, escreva “vamos rejeitar manuscritos que não seguirem estas regras”.
  • Defina jargões na primeira ocorrência e limite siglas ao indispensável.
  • No design, tipografia legível, contrastes adequados, tamanhos mínimos e microespaços entre blocos ajudam a leitura; links precisam ser descritivos (“Baixe o modelo de referências”) e não “clique aqui”. Lembre que bom design não “enfeita” o texto — ele guia a atenção para a ação.

Etapa 3 — Testar: só é simples se funciona para quem lê

Texto “claro” no nosso monitor pode travar na tela de quem realmente usa.

  • Faça testes rápidos: peça a cinco pessoas do público-alvo para executarem uma tarefa usando o conteúdo e observe onde hesitam.
  • Aplique variações do teste de cinco segundos (o que se entende à primeira vista), releitura em voz alta e checklists de consistência (terminologia, ordem de passos, coerência de rótulos).
  • Meça tempo para completar tarefas e taxa de erros; ajuste e publique.
  • Releia depois de duas semanas com dados de busca interna e dúvidas frequentes do suporte para iterar.
  • Em políticas críticas — ética, dados, APC — valide com pareceristas e equipe jurídica antes de reescrever.

Onde aplicar agora no seu periódico

  • Instruções aos Autores: transforme cada requisito em um passo acionável e exemplificado; troque listas dispersas por uma sequência única, com check-out.
  • Carta de decisão editorial: diga a decisão em uma frase logo no início; depois, explique critérios e próximos passos com prazos e responsáveis.
  • Convites a pareceristas: destaque o objetivo, o escopo, o prazo e o link de aceite na primeira tela; explique conflito de interesse em uma linha, com link para detalhes.
  • Política de dados e materiais: comece com o porquê, diga o que é obrigatório e ofereça modelos de declaração e de documentação.
  • APC e isenções: informe valores, quem paga, quando e como solicitar isenção; inclua exemplos de casos aceitos.
  • Sobre o periódico e Diretrizes éticas: resuma em linguagem comum e detalhe em páginas específicas.

Exemplos de reescrita que cortam caminho

Antes: “Submissões em desconformidade com as normas estilísticas e bibliográficas poderão ser recusadas sem avaliação de mérito.”
Depois: “Vamos devolver manuscritos que não seguirem estas regras de formato. Corrija e reenvie para seguir na avaliação por pares.”


Antes: “O não atendimento às exigências de disponibilização de dados acarretará a não publicação do artigo.”
Depois: “Publicamos apenas artigos com dados acessíveis. Se os dados não estiverem disponíveis, o artigo não será publicado.”


Antes: “Os revisores deverão atentar para aspectos formais da redação, incluindo correção gramatical e estilo.”
Depois: “Ao avaliar, comente clareza, lógica do argumento e correções de linguagem que ajudam o leitor a entender.”

Um checklist mental para o dia a dia

  • A tarefa está clara no primeiro parágrafo?
  • O que é obrigatório está dito como obrigatório?
  • Há um verbo de ação em cada instrução?
  • Os termos técnicos essenciais foram definidos no primeiro uso?
  • Os títulos dizem exatamente o que a seção entrega?
  • O design facilita a leitura em telas e dispositivos diversos?
  • Fiz ao menos um teste rápido com alguém do público-alvo?

Comece pequeno, padronize rápido

Escolha uma página crítica — “Instruções aos Autores” costuma ser a melhor —, reescreva seguindo as etapas, teste, publique e meça. O que aprender aí vira padrão para cartas, e-mails, templates e páginas do site.

Crie um mini-guia editorial do periódico com exemplos bons e ruins e uma lista de decisões de estilo. Em poucas semanas, a clareza deixa de depender de quem redige e passa a ser uma propriedade do sistema editorial. É assim que linguagem simples escala em organizações e entrega valor consistente.

No fim, linguagem simples é uma escolha ética e estratégica: democratiza o acesso ao conhecimento, respeita o tempo de quem lê e torna o processo científico mais eficiente. Não é empobrecer a ciência; é abrir o caminho para que o conteúdo brilhe sem barreiras desnecessárias.


Referências

  1. Roedel, Patricia. Manual de linguagem simples : como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024. bd.camara.leg.br, https://www.gov.br/gestao/pt-br/acesso-a-informacao/estrategia-e-governanca/estrutura-de-governanca/Manualdelinguagemsimples_comoplanejardesenvolveretestartextosquefuncionam.pdf.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial.

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Formulário de Associação Crossref

O formulário de associação da Crossref por meio de um patrocinador coletará informações de contato, da sua organização e dos conteúdos que serão identificados com o DOI. Elaboramos esse artigo para servir de apoio a membros patrocinados que desejam ingrassar na Crossref pelo patrocínio da GeniusDesign.

O formulário disponível no site da Crossref está em inglês. Se você não se sente à vontade com o idioma, pode clicar com o botão direito do mouse sobre qualquer lugar da página e, em seguida, clicar na opção Traduzir par ao português (válido para o navegador Google Chrome).

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A primeira tela do formulário solicitará informações da pessoa responsável pelo preenchimento do formulário. Recomendamos que seja uma pessoa com envolvimento de nível gerencial no departamento responsável pelas publicações que utilizarão os serviços Crossref.

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  • Given name ("Nome dado" - Seu nome)
  • Family name ("Nome de família" - Seu sobrenome)
  • Email Address (Seu email)

Preencha os campos com as informações da pessoa responsável e clique em Próximo.

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Concorde com os termos para avançar. Você pode ler os Termos de Serviço diretamente no site da Crossref ou em nosso site traduzido em português.

Na próxima tela você deverá informar o nome da organização-mãe responsável por publicar seu conteúdo, em vez do nome do seu periódico individual, conferência, marca ou departamento universitário. Sua organização poderá então usar essa conta de membro único para registrar DOIs para todo o conteúdo que sua organização publica. Isso significa, por exemplo, que se você deseja registrar um periódico conosco, e o periódico é realmente publicado por sua universidade, então sua universidade precisa se juntar ao Crossref em vez de apenas seu periódico ou departamento. Se você deseja registrar um periódico e o periódico em si é a maior entidade legal, então você é bem-vindo para se juntar a nós em nome do seu periódico.

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Na sequência, informe os dados de endereço postal da organização informada na tela anterior.

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A próxima tela solicitará mais detalhes de sua organização. Os campos são de simples preenchimento, mas cabem algumas explicações:

  • No item 6.a) sobre a receita da organização, não é necessário informar valores exatos. A Crossref precisa saber apenas sobre a receita da parte da sua organização que lida com publicação.
  • No item 8, informe uma página que seja um exemplo de como uma obra publicada pela sua organização é exibida no seu site.

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Por fim, você deverá informar os dados para contato principal e de votação nas eleições para Conselho da Crossref.

  • O contato principal será o contato principal na sua organização. Ela recebe atualizações de produtos e serviços, e a Crossref a contatamos sobre coisas como mudanças em termos ou contratos de serviço.
  • O contato de votação votará em nossas eleições de diretoria . O contato de votação geralmente é a mesma pessoa que o contato principal. Precisamos do nome de uma pessoa específica para o contato de votação, mas você pode fornecer um endereço de e-mail genérico. O contato de votação não pode ser o contato de votação em outra conta de membro.

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Concluído o preenchimento, clique em Enviar minha aplicação. Pronto!

Sua solicitação terá sido enviada e você receberá no email informado na primeira tela o acompanhamento da solicitação.

Fale conosco para solicitar o link de inscrição ou tirar dúvidas.

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Trabalhando com um patrocinador

Conteúdo traduzido do original em https://www.crossref.org/membership/about-sponsors/ com Google Translator para auxílio de interessados em ingressar como membros patrocinados. Entre em contato com a GeniusDesign para eventuais dúvidas.

Temos milhares de pequenos membros do mundo todo. Ser de pequena escala não limita sua capacidade de conectar seu conteúdo com a rede global de pesquisa acadêmica online. Cada membro do Crossref também pode votar para criar um conselho que representa todos os tipos de organizações.

Por que participar por meio de um patrocinador?

Se você publica um periódico ou milhares, sinta-se à vontade para se juntar à nossa crescente comunidade.

Sabemos que o custo e as capacidades técnicas podem ser barreiras à participação. Participar por meio de um patrocinador pode ajudar. Os membros que escolhem essa opção têm as mesmas obrigações e benefícios que qualquer outro membro, mas têm alguém que os representa para os serviços da Crossref e não pagam taxas diretamente à Crossref.

Em vez disso, o patrocinador paga uma taxa de associação à Crossref para todos os membros com quem trabalha, e os patrocinadores também pagam as taxas de registro de conteúdo para qualquer conteúdo registrado por seus membros. Muitos patrocinadores então repassam essas taxas aos membros e/ou cobram os membros por seus serviços, então é importante que os membros discutam o acordo cuidadosamente com um patrocinador antes de começar a trabalhar com eles.

Os patrocinadores precisam cumprir critérios rigorosos para serem aceitos. Diferentes patrocinadores oferecem serviços diferentes, mas a maioria:

  • Facilitar o registro de conteúdo com a Crossref em nome dos membros com quem trabalham
  • Fornecer suporte administrativo, técnico e (se aplicável) no idioma local
  • Lidar com o faturamento do Crossref (que é em dólares americanos) em nome desses membros
  • Podem receber pagamento pelos seus serviços em moeda local.

Como participar por meio de um patrocinador

Alguns patrocinadores trabalham apenas com organizações que estão conectadas a eles de alguma forma - por exemplo, eles podem fazer parte do mesmo consórcio universitário ou a organização pode estar usando a plataforma de publicação do patrocinador. Você pode encontrar uma lista de patrocinadores abaixo. Se eles estiverem baseados em sua região e tiverem detalhes de contato abaixo, eles ficarão felizes em discutir a atuação em seu nome para a associação Crossref.

Entre em contato diretamente com eles se quiser explorar a possibilidade de trabalhar com eles; não podemos intermediar esse arranjo para você. Se você concordar em trabalhar junto, seu Patrocinador lhe enviará um link dedicado para se candidatar à associação Crossref sob o patrocínio deles. Não use o link padrão para se candidatar à associação que você pode encontrar neste site.

Após o recebimento da sua inscrição, normalmente fornecemos ao seu patrocinador seu prefixo e as credenciais da conta Crossref em até quatro dias úteis, e ele entrará em contato com você a partir daí.

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Termos de Associação Crossref

Conteúdo traduzido do original em https://www.crossref.org/membership/terms/ com Google Translator para auxílio de interessados em ingressar como membros patrocinados. Entre em contato com a GeniusDesign para eventuais dúvidas.

Atualizado em junho de 2022

Estes Termos de Associação Crossref (estes “Termos”) estabelecem os termos e condições de associação à The Publishers International Linking Association, Inc. d/b/a Crossref (“Crossref”), uma corporação sem fins lucrativos organizada sob as leis de Nova York, EUA.

Fundo

Termos


Se você gostaria de se candidatar para se juntar, visite nossa página de membros que descreve as obrigações e leva a um formulário de inscrição. Entre em contato com nosso especialista em membros para quaisquer perguntas.

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Informações sobre ISBN

O ISBN (International Standard Book Number - Padrão Internacional de Numeração de Livro) é um padrão numérico criado para fornecer um identificador único para publicações monográficas, como livros, artigos e apostilas. É como um RG da sua publicação. A difusão global do ISBN e a facilidade com que é lido por redes de varejo, bibliotecas e sistemas gerais de catalogação, torna-o imprescindível para qualquer publicação.

O  ISBN é atribuído a publicações monográficas, incluindo produtos relacionados, como publicações disponibilizadas como conjuntos ou como séries completas disponíveis para o público, quer estas publicações e produtos estejam disponíveis gratuitamente ou para compra. Além disso, seções individuais (como, por exemplo, capítulos) de publicações monográficas, edições ou artigos de publicações em série, que sejam disponibilizados separadamente, também podem usar o ISBN como identificador. Confira abaixo alguns exemplos de publicações que podem ou não receber o ISBN.

INICIAR REGISTRO DE ISBN ONLINE

Publicações que podem receber o ISBN:

  • anais, seminários e encontros
  • apostilas de concursos
  • artigos de uma publicação em série específica (não a publicação em série na sua totalidade)
  • aplicativos para e-book (livros eletrônicos), desde que possuam conteúdo textual significativo e possam ser considerados uma publicação monográfica e disponível para o público
  • audiolivros, seja físico ou acessível na internet
  • aulas e cursos em vídeo (somente se forem educacionais e comercializados);
  • capítulos individuais separados e disponibilizados pelo editor
  • catálogos de exposição com texto explicativo
  • diário de bordo vinculado estritamente a projetos educacionais – ensino fundamental
  • discursos (versão textual tornada pública)
  • guias
  • livros de arte e livros ilustrados com uma página de título e/ou texto ou legendas
  • livros em CD e DVD (audiolivros)
  • livros impressos
  • mapas (especificando sua escala) e atlas
  • publicações em braile
  • publicação infanto-juvenil (jogos e passatempos que contenham atividades educacionais)
  • publicações eletrônicas, na Internet ou em suportes físicos (fitas lidas por máquinas, disquetes ou em CD Rom)
  • software educacional ou instrutivo
  • relatórios (que são públicos)
  • cópias digitalizadas de publicações impressas
  • diários, álbum de bebê, livro de bebê; (somente receberão ISBN se contiverem textos significativos e explicativos)
  • álbuns para colorir, pintar, recortar ou armar (direcionados a conteúdos educativos e com textos significativos e explicativos)
  • álbum de figurinha (direcionados a conteúdos educativos e com textos significativos e explicativos).

INICIAR REGISTRO DE ISBN ONLINE

Lista de assuntos para classificação da obra

  • 015.81 - Bibliografia Brasil
  • 028.5 - Literatura infantil
  • 028.9 - Hábito de leitura
  • 069.22 - Museus
  • 10 - Bibliografias e catálogos
  • 100 - Filosofia e disciplinas relacionadas
  • 107 - Estudo e ensino de Filosofia
  • 110 - Metafísica
  • 133 - Parapsicologia (Ocultismo; Espiritismo)
  • 140 - Sistemas filosóficos
  • 150 - Psicologia
  • 156 - Psicologia comparativa
  • 158 - Psicologia comportamental
  • 158.1 - Auto-ajuda
  • 160 - Lógica
  • 170 - Ética (Moral filosófica)
  • 174 - Ética profissional e ocupacional
  • 20 - Biblioteconomia e ciência da informação
  • 200 - Religião
  • 201 - Filosofia e Cristianismo
  • 21 - Biblioteca e Sociedade
  • 210 - Religião Natural; Filosofia e teoria da religião
  • 211 - Deus
  • 213 - Criação
  • 220 - Bíblia
    • 220.95 - História da Bíblia
  • 230 - Cristianismo
  • 240 - Moral cristã e teologia devocional
  • 242 - Literatura devocional
  • 245 - Hinos sem música
  • 250 - Congregações cristãs, prática e teologia pastoral
  • 252 - Textos de sermões
  • 260 - Teologia social e eclesiástica cristã
  • 264.23 - Hinos
  • 265 - Outros ritos; cerimônias e ordenações
  • 266 - Missões
  • 270 - História do cristianismo
  • 28 - Literatura e leitura complementar
  • 280 - Denominações cristãs e seitas
  • 290 - Outras religiões
  • 3 - Sistemas
  • 30 - Enciclopédias gerais
  • 300 - Ciências sociais
  • 301 - Sociologia e antropologia
  • 306 - Cultura e instituições
  • 306.27 - Instituições militares
  • 306.81 - Casamento
  • 306.85 - Família
  • 306.89 - Separação e divórcio
  • 306874 - Relacionamento entre pais e filhos
  • 310 - Estatística
  • 318 - Estatística - Brasil
  • 320 - Ciência política
  • 320.12 - Geopolítica
  • 320.54 - Nacionalismo
  • 320.56 - Racismo
  • 320523 - Comunismo
  • 321.8 - Democracia
  • 324.2 - Partidos políticos
  • 326 - Escravidão
  • 327 - Relações internacionais
  • 330 - Economia
  • 333.7 - Recursos naturais e energia
  • 333.72 - Meio ambiente; Conservação e Proteção
  • 334 - Corporativismo
  • 335 - Socialismo
  • 336 - Finanças públicas
  • 336.24 - Imposto de renda
  • 340 - Direito
  • 340.02 - Seguro Social
  • 341 - Legislação internacional
  • 342 - Direito constitucional
  • 343 - Direito militar
  • 346810482 - Direitos autorais
  • 348 - Leis
  • 350 - Ciência militar e administração pública
  • 3550335 - Políticas militares
  • 360 - Serviço social
  • 36210981 - Serviços de saúde comunitária
  • 366.1 - Maçonaria
  • 370 - Educação
  • 370.71 - Formação de professores
  • 380 - Comércio, comunicação e transporte
  • 380.1 - Comércio internacional
  • 388 - Transporte rodoviário
  • 390 - Usos e costumes, etiqueta; folclore
  • 394 - Costumes sociais
  • 394.25 - Carnaval
  • 395 - Etiqueta
  • 398 - Folclore; Provérbios; Lendas
  • 4 - Ciência da Computação
  • 400 - Linguagem e línguas
  • 403 - Dicionários
  • 410 - Linguística
  • 415 - Gramática; Morfologia; Sintaxe
  • 420 - Língua inglesa
  • 430 - Língua alemã
  • 440 - Língua francesa
  • 450 - Língua italiana
  • 460 - Língua espanhola
  • 469 - Língua portuguesa
  • 470 - Línguas itálicas - Latim
  • 480 - Língua grega clássica e moderna
  • 490 - Outras línguas
  • 498 - Línguas nativas Sul-americanas
  • 50 - Periódicos
  • 500 - Ciências naturais
  • 510 - Matemática
  • 516 - Geometria
  • 519.2 - Probabilidades e matemática aplicada
  • 520 - Astronomia e ciências afins
  • 530 - Física
  • 540 - Química e ciências afins
  • 550 - Geociências; ciências da terra
  • 560 - Paleontologia; paleozoologia (Inclui pré-história)
  • 570 - Biologia, ciências da vida
  • 577 - Ecologia; Meio ambiente; Biodiversidade
  • 580 - Plantas (botânica)
  • 590 - Animais (zoologia)
  • 60 - Organizações gerais (academias; fundações; associações)
  • 600 - Tecnologia (ciências aplicadas)
  • 610 - Medicina e saúde
  • 611 - Anatomia
  • 612 - Fisiologia humana
  • 613 - Saúde; Nutrição; Prevenção e programas de saúde
  • 614 - Saúde pública
  • 615 - Farmacologia; Remédio; Farmácia
  • 616 - Patologia; Doenças; Tratamento
  • 616.8 - Doenças do sistema nervoso e desordem mental
  • 6168914 - Psicoterapia
  • 619 - Medicina experimental (Experiências com animais)
  • 620 - Engenharia
  • 621 - Física aplicada; Mecânica
  • 622 - Engenharia de minas
  • 623 - Engenharia militar e náutica
  • 624 - Engenharia civil
  • 625 - Engenharia de ferrovias e estradas
  • 627 - Engenharia hidráulica
  • 628 - Engenharia sanitária; proteção ambiental
  • 629.4 - Engenharia de transportes
  • 630 - Agricultura e tecnologias relacionadas
  • 636089 - Veterinária
  • 640 - Economia doméstica; administração da família e do lar
  • 641.5 - Culinária
  • 650 - Administração e serviços auxiliares
  • 657 - Contabilidade
  • 658 - Administração geral
  • 660 - Engenharia química e tecnologias relacionadas
  • 660.6 - Biotecnologia
  • 670 - Produtos manufaturados
  • 680 - Manufatura para usos específicos
  • 69 - Museologia (Ciência)
  • 690 - Construção
  • 70 - Jornalismo; Publicidade; Jornais
  • 700 - Artes
  • 70172 - Jornais; mídia impressa
  • 709 - História da arte
  • 710 - Planejamento urbano e paisagismo
  • 712 - Paisagismo
  • 720 - Arquitetura
  • 7210288 - Restauro e conservação de construções históricas
  • 725 - Edifícios públicos
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  • 728 - Residências
  • 730 - Artes plásticas; escultura
  • 740 - Desenho e artes decorativas
  • 741.5 - Cartoons; caricaturas e quadrinhos
  • 750 - Pintura
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