
O DOAJ (Directory of Open Access Journals) anunciou o lançamento da versão 2.7 do seu "Guide to Applying" (Guia de Candidatura), introduzindo revisões significativas que impactam autores e editores. As atualizações, apresentadas pelo Chefe Editorial Matt Hodgkinson, focam na flexibilização de direitos autorais, em novas exigências para o modelo Subscribe to Open (S2O) e na padronização da linguagem das diretrizes.
Uma das mudanças mais notáveis refere-se à postura da organização sobre o copyright compartilhado. Anteriormente, o DOAJ não permitia que os direitos autorais fossem divididos entre autores e editoras. Com a nova atualização, a política passa a admitir que o copyright seja compartilhado entre o autor (e sua instituição) e a editora, embora o DOAJ continue a não recomendar essa prática devido à sua complexidade jurídica.
A organização ressaltou que, mesmo quando o autor retém o copyright, as editoras são desencorajadas a impor restrições aos direitos do proprietário. Além disso, os termos de direitos autorais não devem contradizer os termos de licenciamento ou a declaração de acesso aberto da revista.
O modelo S2O, que permite que revistas de assinatura se tornem de acesso aberto anualmente caso atinjam metas financeiras, agora enfrenta critérios mais rigorosos. O DOAJ identificou que algumas editoras estavam atrasando a decisão sobre o status de acesso aberto em dois ou três meses a cada ano, o que criava períodos de acesso fechado.
Para corrigir isso, a nova política estabelece que a decisão sobre o status de acesso aberto para o ano seguinte deve ser tomada sem interrupções. O DOAJ reforçou que não permite o acesso aberto atrasado ou com embargos e que, uma vez que o conteúdo é tornado aberto via S2O, ele deve permanecer aberto permanentemente. Essa medida visa também evitar o "double dipping", onde taxas de processamento de artigos poderiam ser cobradas indevidamente durante períodos de incerteza sobre o status da revista.
A versão 2.7 também traz uma padronização terminológica para evitar ambiguidades. A partir de agora, o termo "must" (deve) indica um requisito obrigatório, enquanto "should" (deveria) sinaliza uma recomendação. Termos como "may" (pode) ou "permitted" (permitido) indicam ações autorizadas.
Além disso, o DOAJ clarificou sua posição contra as chamadas "revistas Bronze", afirmando explicitamente que não aceita periódicos que restringem o reúso de seu conteúdo apenas ao "fair use" (uso aceitável), exigindo licenças de acesso aberto que permitam maior liberdade aos usuários.
As atualizações foram desenvolvidas em colaboração com a equipe editorial e o Grupo Consultivo de Políticas Editoriais, buscando garantir que as práticas de publicação sigam os mais altos padrões de transparência e integridade.
Fonte: DOAJ
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O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por meio da Escola Superior da Magistratura do Amazonas (ESMAM), publicou nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, o edital para o concurso “2º Prêmio Doutor Félix Valois Coelho Júnior”, destinado à seleção de artigos científicos para publicação na Revista de Direito da Amazônia (ISSN: 2675-8660).
O concurso é voltado exclusivamente a doutores ou doutorandos/mestrandos em coautoria com doutor, com limite de até três coautores por artigo. O autor do artigo vencedor receberá um prêmio no valor de R$ 6.000,00 (seis mil reais).
As submissões deverão ser feitas entre 5 e 31 de março de 2026, exclusivamente pela plataforma Open Journal System (OJS) da Revista de Direito da Amazônia, sendo necessário cadastro prévio antes da submissão do texto.
Os artigos submetidos devem ser originais e inéditos no Brasil, não podendo estar sendo avaliados simultaneamente por outro periódico. Também é obrigatório que o autor possua registro ORCID e que o trabalho esteja redigido conforme as normas técnicas da ABNT.
Para garantir ética e qualidade na avaliação, o concurso adotou as diretrizes do Committee on Publication Ethics (COPE), e a avaliação será realizada por um Comitê Científico designado pela ESMAM.
Fonte: TJAM
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A Associação Paulista de Estudos Tributários (APET) anunciou em seu site que a Revista de Direito Tributário da APET foi classificada no estrato A2 do Qualis/CAPES. No comunicado, a entidade destaca que a revista, criada em 2004, passou por uma retomada estratégica a partir de 2023, com a adoção de avaliação por pares em dupla revisão às cegas, critérios científicos mais rigorosos e compromisso explícito com a pesquisa de qualidade.
O comunicado ressaltou ainda que, segundo consulta realizada pela própria APET ao sistema Qualis Sucupira, no recorte específico do Direito Tributário, não há periódico avaliado em estrato superior ao A2 no ciclo 2021–2024, o que reforça a relevância do resultado para a área. A mensagem é assinada por Marcelo Magalhães Peixoto, presidente da APET e editor-chefe, que atribui a conquista ao trabalho conjunto de autores, pareceristas, editores e leitores.
Para a nova fase, iniciada em fevereiro de 2023, a APET contratou a GeniusDesign para estruturar e implementar a transformação digital da revista. A parceria envolveu a implementação da plataforma eletrônica baseada no Open Journal Systems (OJS), com a configuração do fluxo completo de atividades editoriais no sistema e o cadastramento de todo o acervo da revista na versão digital, a hospedagem do sistema em servidores da própria GeniusDesign com suporte técnico contínuo até o presente momento, o desenvolvimento do projeto gráfico da interface eletrônica e a implantação de um plugin de tema personalizado e exclusivo, além de suporte operacional vigente de modo contínuo.
O reconhecimento no Qualis ocorre em paralelo à consolidação do ecossistema de publicações da APET, que também abriga a Revista de Direito Contábil Fiscal, que obteve classificação B1 no último ciclo avaliativo.
"Trata-se de uma conquista coletiva, construída com o trabalho sério de autores, pareceristas, editores e leitores. Meu agradecimento sincero a todos que participaram dessa trajetória e acreditaram nesse projeto",
completou Marcelo Magalhães Peixoto, presidente da APET e editor-chefe da Revista de Direito Tributário e da Revista de Direito Contábil Fiscal.
A visibilidade ampliada e o selo A2 tendem a atrair novas submissões qualificadas, fortalecer a rede de avaliadores e ampliar o impacto dos artigos publicados na formação e na pesquisa em Direito Tributário. Para autores, programas de pós-graduação e instituições, o resultado sinaliza maior confiabilidade do periódico e alinhamento às melhores práticas editoriais internacionais.
Fonte: APET
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A comunicação científica responsável é um dos pilares centrais da credibilidade e da relevância da pesquisa acadêmica. Mais do que relatar resultados, publicar um artigo científico implica assumir compromissos éticos, metodológicos e editoriais que sustentam a confiança da comunidade científica e da sociedade nos conhecimentos produzidos.
Nesse contexto, apresentamos um guia fundamental de boas práticas para autores científicos, baseado no documento "Responsible research publication: international standards for authors", elaborado como resultado da 2ª World Conference on Research Integrity (Singapura, 2010), para orientar autores na condução e na apresentação responsável de suas pesquisas.
Ao estabelecer princípios claros sobre integridade, transparência, autoria, originalidade e responsabilidade pós-publicação, o gui oferece um referencial prático não apenas para pesquisadores, mas também para editores e equipes editoriais que atuam na mediação e qualificação da comunicação científica.
Os autores devem assegurar que a pesquisa relatada foi conduzida de forma ética, responsável e em conformidade com as legislações vigentes. Isso inclui métodos adequados, análise correta dos dados e revisão cuidadosa de todas as etapas do manuscrito antes da submissão. Para os periódicos, esse princípio reforça a importância de políticas claras de ética em pesquisa e da exigência de informações sobre aprovação ética quando aplicável.
Práticas como fabricação, falsificação ou manipulação inadequada de dados são severamente repudiadas. Os resultados devem ser apresentados de forma clara, completa e sem omissões seletivas, inclusive quando não corroboram a hipótese inicial. Para editores, isso dialoga diretamente com a necessidade de diretrizes sobre integridade científica, uso ético de dados e correções pós-publicação.
Novos achados devem ser apresentados à luz da literatura existente, com reconhecimento justo do trabalho de outros pesquisadores e explicitação das limitações do estudo. Revisões narrativas ou sistemáticas, em especial, devem ser completas e balanceadas, evitando vieses interpretativos. Esse ponto reforça o papel do processo de avaliação por pares na mediação da qualidade do conteúdo publicado.
O manuscrito submetido a uma revista científica deve ser original, não publicado anteriormente e não estar em avaliação simultânea em outro periódico. Os autores não devem reutilizar textos, dados ou resultados de trabalhos anteriores como se fossem inéditos, nem fragmentar um mesmo estudo em múltiplas publicações sem justificativa científica. Quando há reaproveitamento de dados, análises secundárias ou traduções de artigos já publicados, essas situações devem ser explicitamente informadas ao periódico, com a devida referência à publicação original, garantindo clareza e transparência para editores, avaliadores e leitores. Para editores, esses são fundamentos devem ser centrais nas políticas de submissão e do uso criterioso de ferramentas de detecção de similaridade.
Todas as fontes de financiamento e potenciais conflitos — financeiros ou não — devem ser explicitamente declarados, assim como o papel do financiador no desenho e execução da pesquisa. A adoção de formulários padronizados de Conflito de Interesses e a publicação dessas informações contribuem para a credibilidade do periódico perante leitores e indexadores.
A autoria deve refletir fielmente as contribuições intelectuais ao trabalho, evitando práticas como guest, gift ou ghost authorship. Os critérios de autoria devem ser definidos desde o início do projeto e todos os autores devem aprovar a versão final do manuscrito. Para periódicos científicos, esse ponto reforça a necessidade de políticas explícitas de autoria e contribuições (como a Taxonomia CRediT).
Os autores compartilham a responsabilidade pela integridade do artigo mesmo após a publicação, devendo cooperar com correções, retratações e esclarecimentos quando necessário. Também se espera abertura para responder a comentários pós-publicação. Esse princípio se alinha às boas práticas editoriais de manutenção do registro científico.
Responder de forma profissional e adequada aos pareceres, respeitar embargos de divulgação e seguir as convenções editoriais são atitudes essenciais. Para os editores, esse ponto respalda a adoção de fluxos editoriais bem definidos e transparentes no OJS ou em outras plataformas de publicação.
Estudos com humanos ou animais devem apresentar aprovação de comitês de ética, consentimento informado e responsabilidade na divulgação de dados sensíveis. Esses requisitos dialogam diretamente com critérios de indexação e boas práticas internacionais de publicação científica.
Mais do que um guia para autores, esses padrões internacionais funcionam como uma base sólida para políticas editoriais, instruções aos autores e ações formativas promovidas por periódicos científicos. Ao incorporá-los de forma explícita em suas diretrizes, os editores fortalecem a integridade, a transparência e a confiabilidade da comunicação científica de seus periódicos.
Fonte: COPE
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O esperado email "Welcome to Crossref" chegou e a sua revista está pronta para ativar números DOI. No entanto, para que a GeniusDesign possa realizar os primeiros depósitos, algumas ações preliminares devem ser revistas antes de fazer a sua primeira solicitação.
Neste artigo vamos apresentar um checklist para que você possa realizar o seu primeiro pedido de ativação de números DOI com a GeniusDesign.
Vamos ao checklist:
Pronto! Entre 24h-48h você receberá um email confirmando a ativação dos números DOI.
Quer mais detalhes dos passos acima? Então continue a leitura abaixo.
O número DOI é muito mais que um identificador digital de um trabalho acadêmico. Cada número DOI armazena um conjunto de dados (metadados) importante sobre o trabalho identificado, fundamentais para a reutilização desse identificador. Por exemplo, pesquisadores do Brasil utilizam o número DOI para cadastrar a sua produção acadêmica. Por isso é fundamental que os metadados sejam precisos e revisados antes de você solicitar a ativação.
Diferentes tipos de objetos (ex.: artigos, livros, capítulos, relatórios, etc) possuem diferentes metadados obrigatórios. Procure fornecer a maior quantidade possível de metadados para uma boa indexação nas diferentes plataformas do universo acadêmico que utilizam o DOI para consulta ou registro.
O número DOI é composto por um prefixo, seguido de um /sufixo. Este sufixo pode ser qualquer combinação alfanumérica, com algumas opções de símbolos também (ex.: ponto, traço, barra).
Recomendamos a utilização de identificadores da publicação (ex.: Livro = ISBN; Periódico = ISSN) na composição do sufixo, acrescido de outros identificadores.
Veja os exemplos:
Livro:
Capítulo de livro:
Artigo de periódico:
Os exemplos acima são apenas algumas das possibilidades e não esgotam o assunto. O objetivo aqui é orientar e apresentar possibilidades, mas você é livre para propor também o seu padrão.
O OJS já possui alguns padrões sugeridos e também permite a configuração de outros padrões, com base nas variáveis disponíveis. Assim, uma vez configurado, basta clicar em um único botão para gerar o número DOI do artigo correspondente.
Aqui neste tutorial nós apresentamos um passo-a-passo para que você possa configurar diretamente o seu OJS.
Como parte de nosso compromisso como seu patrocinador Crossref, nós também podemos realizar a configuração do sistema, sem custo adicional. Para tanto, nossa equipe precisará receber acesso de editor gerente à revista (usuário existente ou novo usuário).
Uma vez que os metadados estão revisados e os números DOI atribuídos, você deve preparar o arquivo com os metadados para enviar à GeniusDesign:
Agora que você já possui um arquivo com os metadados dos objetos que serão depositados, basta acessar nossa plataforma de atendimento (suporte.geniusdesign.com.br) ou enviar um email para suporte @ genius.app.br (sem espaços) com o seu arquivo anexado.
O envio dos metadados pelos 2 meios descritos no parágrafo anterior gerará um número de atendimento para que você possa acompanhar o status da sua solicitação em nossa plataforma ou solicitar outras informações.
Para saber como usar nossa plataforma de atendimento, leia este tutorial.
Espero que este tutorial tenha auxiliado a entender os primeiros passos para que você possa começar a ativar os seus números DOI com a GeniusDesign. Em caso de dúvidas, entre em contato conosco pelo email, disponível no rodapé do site, ou pelo nosso Whatsapp.

Em sintonia com os avanços tecnológicos e as boas práticas de proteção de dados, a GeniusDesign publicou uma nova versão da sua Política de Privacidade e lançou oficialmente sua Política de Uso de Inteligência Artificial (IA). As mudanças reforçam o compromisso com a transparência, a segurança da informação e a inovação responsável, especialmente no contexto de serviços editoriais digitais e científicos.
A nova versão, disponível em geniusdesign.com.br/br/legal/privacy, atualizou e ampliou trechos importantes, com destaque para:
A política agora menciona o compartilhamento de dados com:
Esses parceiros somam-se a fornecedores renomados, como Amazon AWS, Dreamhost, Google Analytics e Autentique, com cláusulas que garantem tratamento minimizado, finalístico e seguro dos dados.
O documento foi reorganizado e aprimorado com descrições mais claras sobre:
Junto à atualização da política de privacidade, a GeniusDesign lançou sua primeira Política de Uso de Inteligência Artificial, disponível em:
geniusdesign.com.br/br/legal/politica-de-uso-de-inteligencia-artificial
O documento estabelece as diretrizes para a aplicação da IA nas seguintes áreas:
A política também reforça os limites da automação, destacando a responsabilidade humana em processos como planejamento estratégico, revisão editorial, finalização de conteúdos e validação de códigos.
A atualização está alinhada à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e reafirma o compromisso da GeniusDesign com uma tecnologia ética, supervisionada e centrada no usuário.
📢 Recomendamos a leitura completa das novas políticas:
O formulário de associação da Crossref por meio de um patrocinador coletará informações de contato, da sua organização e dos conteúdos que serão identificados com o DOI. Elaboramos esse artigo para servir de apoio a membros patrocinados que desejam ingrassar na Crossref pelo patrocínio da GeniusDesign.
O formulário disponível no site da Crossref está em inglês. Se você não se sente à vontade com o idioma, pode clicar com o botão direito do mouse sobre qualquer lugar da página e, em seguida, clicar na opção Traduzir par ao português (válido para o navegador Google Chrome).

A primeira tela do formulário solicitará informações da pessoa responsável pelo preenchimento do formulário. Recomendamos que seja uma pessoa com envolvimento de nível gerencial no departamento responsável pelas publicações que utilizarão os serviços Crossref.

Preencha os campos com as informações da pessoa responsável e clique em Próximo.

Concorde com os termos para avançar. Você pode ler os Termos de Serviço diretamente no site da Crossref ou em nosso site traduzido em português.
Na próxima tela você deverá informar o nome da organização-mãe responsável por publicar seu conteúdo, em vez do nome do seu periódico individual, conferência, marca ou departamento universitário. Sua organização poderá então usar essa conta de membro único para registrar DOIs para todo o conteúdo que sua organização publica. Isso significa, por exemplo, que se você deseja registrar um periódico conosco, e o periódico é realmente publicado por sua universidade, então sua universidade precisa se juntar ao Crossref em vez de apenas seu periódico ou departamento. Se você deseja registrar um periódico e o periódico em si é a maior entidade legal, então você é bem-vindo para se juntar a nós em nome do seu periódico.

Na sequência, informe os dados de endereço postal da organização informada na tela anterior.

A próxima tela solicitará mais detalhes de sua organização. Os campos são de simples preenchimento, mas cabem algumas explicações:

Por fim, você deverá informar os dados para contato principal e de votação nas eleições para Conselho da Crossref.

Concluído o preenchimento, clique em Enviar minha aplicação. Pronto!
Sua solicitação terá sido enviada e você receberá no email informado na primeira tela o acompanhamento da solicitação.
Fale conosco para solicitar o link de inscrição ou tirar dúvidas.
Conteúdo traduzido do original em https://www.crossref.org/membership/about-sponsors/ com Google Translator para auxílio de interessados em ingressar como membros patrocinados. Entre em contato com a GeniusDesign para eventuais dúvidas.
Temos milhares de pequenos membros do mundo todo. Ser de pequena escala não limita sua capacidade de conectar seu conteúdo com a rede global de pesquisa acadêmica online. Cada membro do Crossref também pode votar para criar um conselho que representa todos os tipos de organizações.
Se você publica um periódico ou milhares, sinta-se à vontade para se juntar à nossa crescente comunidade.
Sabemos que o custo e as capacidades técnicas podem ser barreiras à participação. Participar por meio de um patrocinador pode ajudar. Os membros que escolhem essa opção têm as mesmas obrigações e benefícios que qualquer outro membro, mas têm alguém que os representa para os serviços da Crossref e não pagam taxas diretamente à Crossref.
Em vez disso, o patrocinador paga uma taxa de associação à Crossref para todos os membros com quem trabalha, e os patrocinadores também pagam as taxas de registro de conteúdo para qualquer conteúdo registrado por seus membros. Muitos patrocinadores então repassam essas taxas aos membros e/ou cobram os membros por seus serviços, então é importante que os membros discutam o acordo cuidadosamente com um patrocinador antes de começar a trabalhar com eles.
Os patrocinadores precisam cumprir critérios rigorosos para serem aceitos. Diferentes patrocinadores oferecem serviços diferentes, mas a maioria:
Alguns patrocinadores trabalham apenas com organizações que estão conectadas a eles de alguma forma - por exemplo, eles podem fazer parte do mesmo consórcio universitário ou a organização pode estar usando a plataforma de publicação do patrocinador. Você pode encontrar uma lista de patrocinadores abaixo. Se eles estiverem baseados em sua região e tiverem detalhes de contato abaixo, eles ficarão felizes em discutir a atuação em seu nome para a associação Crossref.
Entre em contato diretamente com eles se quiser explorar a possibilidade de trabalhar com eles; não podemos intermediar esse arranjo para você. Se você concordar em trabalhar junto, seu Patrocinador lhe enviará um link dedicado para se candidatar à associação Crossref sob o patrocínio deles. Não use o link padrão para se candidatar à associação que você pode encontrar neste site.
Após o recebimento da sua inscrição, normalmente fornecemos ao seu patrocinador seu prefixo e as credenciais da conta Crossref em até quatro dias úteis, e ele entrará em contato com você a partir daí.